Curitiba encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 como a quarta cidade do país que mais gerou empregos com carteira assinada. Foram 14.456 vagas criadas entre janeiro e abril, segundo o Caged, do Ministério do Trabalho.
Na frente de Curitiba ficaram São Paulo, com 53.554 vagas, Brasília, com 20.059, e Rio de Janeiro, também com 14.456. A capital paranaense respondeu por 24% de todo o emprego formal gerado no Paraná no período.
O saldo de 14.456 empregos é resultado de 206.032 admissões contra 191.576 demissões nos quatro meses. O setor de serviços puxou as contratações, com 11.223 novas vagas. A construção civil ficou em segundo lugar, com 2.669 empregos, e o comércio somou 645.
Para chegar a esse resultado, a Prefeitura manteve uma série de programas de empregabilidade. O Sine Móvel leva o serviço de intermediação de vagas para os bairros. O Tarifa Zero a Caminho do Emprego, lançado em 2025, oferece duas passagens de graça para quem é encaminhado pelo Sine a uma entrevista de emprego.
Os Liceus de Ofícios seguem como referência em qualificação. E o programa Facilita Mais simplificou a abertura de empresas na cidade: hoje, o tempo médio para registrar um negócio em Curitiba é de duas horas. A média nacional é de 21 horas.
Para o prefeito Eduardo Pimentel, o resultado reflete não só a força da economia local, mas também os investimentos em políticas ativas de emprego feitos pela gestão municipal nos últimos anos.
Curitiba ocupa hoje o segundo lugar no ranking das capitais com melhor ambiente de negócios no país. Com os dados do Caged, a cidade reforça a posição entre as que mais criam oportunidades de trabalho formal no Brasil.







